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Escudo:
a cor amarela
representa a divindade de Cristo Rei, Sacerdote, Pastor
e, também, os peixes dourados do rio
de sua terra natal, Pirajuí.
O verde simboliza a natureza e a
esperança no presente e futuro.
O azul é a cor de anil do manto de
Nossa Senhora e de nossos céus.
O marrom é a cor do hábito
franciscano, e o branco, a da veste
batismal.
O campo tem a forma de um livro,
lembrando os Evangelhos, a Bíblia.
No centro surge, formosa como a lua e brilhante como sol, a Imaculada
Conceição Padroeira do Brasil, da Ordem dos Frades Menores,
da Província Franciscana e da Diocese de Franca. A seus
pés correm as águas que lembram o Batismo
e os rios de Franca e Pirajuí. O peixe
lembra ainda o símbolo primitivo dos cristãos.
O galho de café representa a principal
riqueza dos solos de Franca e Pirajuí.
As sandálias apontam para o despojamento
franciscano, os pés dos missionários e os caminhos da Nova
Evangelização. “Como são lindos sobre
os montes os passos do mensageiro da boa-nova, que anuncia a paz, que traz
a mensagem de bem, que proclama a salvação, que diz a Sião: - Teu Deus
é Rei” (Is 52, 7). Elas são, também, símbolo dos
sapatos e calçados, principais produtos dessa Indústria de Franca.
Com a Igreja de Roma na fé e na caridade. O Tau
é o símbolo franciscano da Cruz de Cristo. São Francisco se via
assinalado com esse selo de Deus e a tudo, com ele, assinalava, recordando
que a cruz é a marca de salvação prefigurada em Ez. 9,4.
O chapéu prelatício, com suas fileiras
de borlas, nos fala da esperança e da união das
Igrejas Particulares.
Por isso, os Evangelhos são a boa notícia da salvação em Jesus Cristo,
a proclamação da intervenção de Deus em Jesus Cristo em toda a
história humana: na criação e no orbe todo, realizando a salvação
prometida e esperada durante séculos.
É uma exigência da Nova Evangelização evangelizar não só o ser
humano, mas também o ambiente físico e cultural em que ele vive; chamar
à conversão e formar comunidades de fé; operar a reconciliação, a
paz, o bem, a justiça, com todos os seres humanos e o respeito, a defesa
e a promoção da vida com toda a natureza.
São Francisco é o exemplo do irmão universal, revitalizou a vida de
fé, abraçou o leproso, estabeleceu a paz com os sarracenos, pregou aos
pássaros e flores e a tudo e todos chamou de irmãos e irmãs.
A missão do Bispo, chamado e enviado a ser Pastor de uma Igreja
Particular, é liderar e impulsionar a ação da Igreja na sua missão de "encher
a terra com o Evangelho de Cristo".
São Francisco afirmou: “Louvado sejas, meu
Senhor, por todas as tuas criaturas. Teus são o louvor, a glória, a
honra e toda a bênção. Amém”.
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Lema:
no sopé do escudo, Evangelizare omni
creaturae: Evangelizar a toda criatura,
uma inspiração tirada de Marcos 16,15. Evangelizar significa
fundamentalmente anunciar coisas boas ou levar o bem a alguém. Por isso,
os Evangelhos são a boa notícia da salvação em Jesus Cristo, a
proclamação da intervenção de Deus em Jesus Cristo em toda a história
humana: na criação e no orbe todo, realizando a salvação prometida e
esperada durante séculos. É uma exigência da Nova Evangelização
evangelizar não só o ser humano, mas também o ambiente físico e
cultural em que ele vive; chamar à conversão e formar comunidades de
fé; operar a reconciliação, a paz, o bem e a justiça, com todos os
seres humanos e o respeito, a defesa e a promoção da vida com toda a
natureza. São Francisco é o exemplo do irmão universal, revitalizou a
vida de fé, abraçou o leproso, estabeleceu a paz com os sarracenos,
pregou aos pássaros e flores e a tudo e todos chamou de irmãos e irmãs.
A missão do Bispo, chamado e enviado a ser Pastor de uma Igreja
Particular, é liderar e impulsionar a ação da Igreja na sua missão de “encher
a terra com o Evangelho de Cristo”.
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