Fiéis celebram 20 anos de ordenação episcopal de Dom Paulo Roberto na Sé Catedral de Franca
Padres, diáconos, seminaristas e leigos reuniram-se na noite de quarta-feira, 4 de fevereiro, na Sé Catedral de Nossa Senhora da Conceição, em Franca (SP), para celebrar os 20 anos de ordenação episcopal de Dom Paulo Roberto Beloto, Bispo Diocesano de Franca. A Santa Missa foi marcada por um clima de gratidão, oração e comunhão, rendendo graças a Deus pelo ministério episcopal exercido ao longo dessas duas décadas.
A celebração reuniu representantes de diversas paróquias da Diocese, além de membros do clero, seminaristas e fiéis leigos, que participaram ativamente desse momento especial da história diocesana. Durante a homilia, Dom Paulo Roberto fez um testemunho pessoal, recordando o início de sua caminhada episcopal e os fundamentos que o sustentam até hoje no exercício da missão confiada pela Igreja. Destacou que o que mantém viva a vocação é a oração, a escuta da Palavra de Deus e a graça divina, reafirmando que tudo nasce e se sustenta em Deus.
Ao recordar o lema episcopal escolhido — “Servidor do Evangelho” — Dom Paulo ressaltou que a missão do bispo é servir a Cristo, à Igreja e ao povo de Deus, sendo o primeiro responsável por conduzir a comunidade na missão evangelizadora. Enfatizou ainda que a Igreja existe para evangelizar e que bispos, padres e diáconos são ordenados para tornar visível, no mundo de hoje, a misericórdia de Deus e o amor que Ele tem por seu povo.
Em um momento de profunda espiritualidade, o bispo recordou a oração do abandono de São Charles de Foucauld, citada por ele no dia de sua ordenação episcopal, reconhecendo que fazer a vontade de Deus, mesmo em meio às fragilidades humanas, é sempre o melhor caminho e fonte de consolação.
Ao final da celebração, Dom Paulo pediu aos fiéis que continuem rezando por ele, para que permaneça fiel ao compromisso de santidade e firme na missão episcopal que lhe foi confiada, agradecendo a presença e a caminhada de todos ao longo desses anos de ministério.
A celebração foi vivida como um momento de memória, ação de graças e renovação da esperança, fortalecendo os laços de comunhão entre o bispo e o povo da Diocese de Franca.